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Enchentes - Informações
  Nesta época de chuvas vemos diariamente na televisão notícias sobre alagamentos, desmoronamentos, soterramento de casas, as pessoas perdem seus bens: casa, móveis, eletrodomésticos, carro, além de ficarem expostos á sujeira e água suja, também perdem seus alimentos, e fica difícil manter uma condição mínima de limpeza e preservar a saúde.

Para tentar prevenir doenças, situações de risco, e até mortes, abrimos mais este espaço para que as pessoas possam saber como agir nestas situações.

E pedimos para aqueles que não estão sujeitos a esta situação que imprimam as informações, divulguem para seus funcionários e amigos, para os porteiros e funcionários do seu prédio, ou para qualquer pessoa, quem sabe estas informações possam de alguma forma ajudar.

Secretaria de Saúde orienta sobre cuidados de limpeza após enchentes
   
Extraído de: Prefeitura Municipal de Mogi das Cruzes  -  08 de Janeiro de 2010
Neste período de chuvas intensas, a Secretaria Municipal de Saúde, através do Departamento de Vigilância em Saúde, alerta a população para tomar os devidos cuidados com as águas de enchentes, alagamentos e áreas enlameadas, locais onde há risco para o surgimento da leptospirose e outras doenças como hepatites e diarréias agudas.
 
Em casos de enchentes, as pessoas devem permanecer o menor tempo possível em contato com as águas. Se isso não for possível, mãos e pés devem ser protegidos por botas ou luvas. Em último caso, sacos plásticos reforçados podem garantir a proteção. Além da água, as lamas das enchentes têm alto poder infectante. Por este motivo, a proteção também é necessária para a sua retirada.
O local atingido pela enchente deve ser lavado e desinfetado com água sanitária. Para a desinfecção, basta adicionar um copo de água sanitária em um balde com 20 litros de água limpa e aplicar a mistura nas superfícies afetadas. O ideal é que esta mistura possa agir no local por pelo menos 30 minutos. A lavagem com água e sabão só deve ser feita depois que toda lama for retirada.
É muito importante, também, o cuidado com os alimentos, pois quando entram em contato com as águas de enchentes, podem ficar contaminados. Todo alimento que ficou submerso ou molhado não deve ser consumido, ainda que esteja em embalagem plástica ou enlatado. Os alimentos perecíveis que ficaram fora da refrigeração também não devem ser consumidos, principalmente se apresentarem alteração de cor, odor ou consistência. Caso tenham tido contato com a água da chuva, não podem ser ingeridos.
Outra orientação importante é jamais permitir que crianças brinquem nas águas das enchentes para evitar que elas fiquem seriamente doentes. Os animais peçonhentos também podem surgir depois das inundações. É importante ficar atento, sobretudo em locais onde há entulhos. (APF)
CUIDADOS IMPORTANTES:
·Mantenha os ambientes arejados e limpos
·Lave as mãos antes das refeições e depois de utilizar o banheiro
·Reforce os cuidados com o descarte dos lixos e dejetos
·Não consuma nenhum alimento que teve contato com a enchente
·Não deixe as crianças brincarem em áreas alagadas

CUIDADOS COM OS ALIMENTOS E AGUA APÓS ENCHENTES
  ESTADO DE SANTA CATARINA
SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE
SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE
SUPERINTENDENCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE

DIRETORIA DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA
DIRETORIA DE VIGILANCIA SANITARIA

CUIDADOS COM OS ALIMENTOS E AGUA APÓS ENCHENTES
 

A VIGILANCIA SANITARIA ALERTA PARA OS CUIDADOS A SEREM TOMADOS COM OS ALIMENTOS QUE TIVERAM CONTATO COM AS AGUAS DA ENXURRADA/ENCHENTE:
TODO ALIMENTO QUE FICOU SUBMERSO OU UMEDECIDO NÃO DEVE SER CONSUMIDO MESMO QUE ESTEJA EM EMBALGEM PLÁSTICA.
CASO TENHA OCORRIDO FALTA DE ENERGIA E OS ALIMENTOS TENHAM FICADO NA GELADEIRA, SEM CONTATO COM AS AGUAS, NÃO CONSUMI-LOS SE TIVEREM ALTERAÇÃO DE COR, ODOR OU DE CONSISTENCIA, COMO POR EXEMPLO, CARNE CRUA MUITO AMOLECIDA;
OS ENLATADOS QUE FICARAM SUBMERSOS NÃO DEVEM SER CONSUMIDOS.
EM CASAS QUE RECEBEM ÁGUA DE SISTEMA PÚBLICO, SE FOR OBSERVADA ALGUMA ALTERAÇÃO (ODOR, COLORAÇÃO, ETC...) DEVE-SE ENTRAR EM CONTATO COM A COMPANHIA RESPONSÁVEL PELA DISTRIBUIÇÃO.
EM CASAS QUE UTILIZAM ÁGUA PROVENIENTE DE OUTRAS FONTES, E QUE TENHAM SIDO ATINGIDAS PELAS ÁGUAS DA ENCHENTE É PRECISO TOMAR OS SEGUINTES CUIDADOS COM ÁGUA PARA BEBER OU PARA O PREPARO DE ALIMENTOS:
ANTES DE UTILIZAR A AGUA, TRATÁ-LA COM HIPOCLORITO DE SODIO:
5 (CINCO) GOTAS DE HIPOCLORITO DE SODIO PARA CADA LITRO D’AGUA E SOMENTE CONSUMIR A AGUA 30 MINUTOS DEPOIS DA UTILIZAÇÃO DO CLORO;
CASO NÃO SE TENHA HIPOCLORITO DE SODIO, A FERVURA DA AGUA ANTES DO CONSUMO É UMA ALTERNATIVA SEGURA AO TRATAMENTO COM CLORO E DEVE SER FEITA QUANDO A AGUA ESTIVER TURVA.
QUALQUER DUVIDA, ENTRE EM CONTATO COM A VIGILANCIA SANITARIA DA SUA CIDADE.
DIRETORIA DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA

ALERTA LEPTOSPIROSE
Com a ocorrência de chuvas em grande parte do Estado, cresce a preocupação com o aparecimento de doenças. Nesse sentido, a presente nota de orientação visa a orientar os municípios quanto à possibilidade de ocorrência de Leptospirose e as medidas de controle pertinentes.
O contato com água ou lama contaminado pela urina principalmente roedores domésticos (ratazanas, ratos de telhado e camundongos), ocorre durante e imediatamente após as enchentes, quando as pessoas retornam à suas residências e procedem à limpeza e remoção da lama e outros detritos.
Todos os municípios atingidos por inundações devem ficar em alerta para a ocorrência da leptospirose, disseminando informações técnicas para os serviços de saúde e alertando à população acerca dos mecanismos de transmissão e das ações de prevenção e controle. O objetivo primário é garantir que a suspeita diagnóstica, os exames sorológicos e o tratamento sejam instituídos precocemente, visando à redução da mortalidade por esta doença, além de diminuir ao máximo a exposição da população posteriormente.
As secretarias municipais de saúde devem:
• Alertar todos os serviços de saúde do município quanto à probabilidade de ocorrer um surto de leptospirose.
O período de incubação da leptospirose vai de 1 a 30 dias após o contato com o agente infeccioso e os sintomas variam desde febre alta, cefaléia, dores musculares, até quadros mais graves, podendo ocorrer icterícia (coloração amarelada em pele e mucosas), insuficiência renal, hemorragias e alterações neurológicas, com altas taxas de letalidade.
Em situações de enchente (cujo alerta deve permanecer até 40 dias após a baixada das águas), a definição de caso indicada é:
Indivíduo que apresenta sinais e sintomas de processo infeccioso inespecífico (febre, cefaléia e mialgia) e agudo, e que tenha sido exposto a água ou lama de enchente nos últimos 30 dias anteriores à data de início dos sintomas.”
Todo paciente que se encaixe nesta definição deverá receber tratamento antibiótico adequado, ser registrado no sistema de vigilância através do preenchimento da Ficha de Notificação e Investigação de Leptospirose, e submetido à coleta de amostra sangüínea (coletar depois de 7 dias a partir dos primeiros sintomas) para exame sorológico de leptospirose (Guia de vigilância epidemiológica http://www.saude.gov.br/svs).
Casos que apresentarem também outros sinais e sintomas, considerados SINAIS DE ALERTA, como alterações do volume urinário, hipotensão, icterícia, sangramentos ou alterações neurológicas, deverão ser encaminhados imediatamente para uma unidade hospitalar de referência.
- Indica-se o acompanhamento de casos suspeitos e confirmados através de planilhas, que podem ser diárias ou semanais, de acordo com a velocidade no surgimento e a quantidade de casos novos. Estas planilhas permitem a observação da tendência da epidemia (população afetada, distribuição por sexo, idade, local de residência, hospitalização, exames laboratoriais, etc.). A ocorrência de casos acima do esperado pelo município deve ser comunicado às GESAs, que por sua vez deverão comunicar ao nível central.
As equipes de vigilância epidemiológica e de saúde da comunidade (saúde da família, agentes comunitários, agentes de endemias) devem vistoriar as áreas atingidas pela inundação. Esse procedimento tem como objetivo determinar as características da área, a população atingida, a busca ativa de casos, encaminhamento de suspeitos s/n e desencadear ações de comunicação e educação em saúde.

Após as águas baixarem, deve-se proceder à limpeza da lama residual das enchentes e à desinfecção de domicílios com solução de água sanitária (hipoclorito de sódio), a qual mata as leptospiras, diminuindo de maneira considerável as chances de infecção pela mesma. (vide Orientações à População em Situação de Inundação” no site http://www.saude.gov.br/svs).

DIRETORIA DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA
GERÊNCIA DE VIGILÂNCIA DAS ZOONOSES

Como agir em enchentes
 
Nesta época do ano tornam-se muito freqüentes além do calor, as chuvas e conseqüentemente as enchentes, são nestas horas que o carro é mais exigido.
Para que você não fique no meio do caminho, certos cuidados têm de ser tomados com o veículo e normas de conduta no trânsito podem evitar que os planos para quem se arrisca a passar pelo alagamento não acabem com o carro.
Mecânicos especialistas, dizem que além de evitar acidentes, manter o carro conservado é ter uma certeza a mais que ele não quebrará quando o motorista mais precisará dele. No caso de enchentes, aconselham que o condutor encoste o carro em um lugar mais alto e espere a chuva passar.
Porém, como nem sempre pode ser feito isto, outra opção é traçar uma rota alternativa para dias chuvosos, evitando assim locais com probabilidades maiores de alagamento. Mas se não tiver jeito e o condutor tiver que realmente passar pelo alagamento, aconselha-se que mantenha a aceleração constante e trafegue devagar, segunda marcha no máximo.
No caso, se a água estiver na metade da roda é melhor nem arriscar, afinal os problemas mais comuns em dias de enchentes é água no motor. Com o sistema encharcado, o pistão empenha a biela e, conseqüentemente, trava o motor. Isto acontece porque se o carro morre instintivamente o condutor irá dar a partida novamente, fazendo com que o motor puxe água.
Se tiver que passar pelo caminho alagado, deixe sempre uma distância razoável e segura para o outro carro, de modo que se o da frente parar o que está vindo atrás consiga desviar. E nunca seja o primeiro, deixe que alguém vá antes, assim você conseguirá observar se tem algum buraco e o nível da água.
Recomenda-se que deixem o carro funcionando por certo tempo depois de passar por ruas alagadas, para retirar a umidade do sistema, além de fazer uma revisão nos faróis, borrachas de vedação, pneus e desembaçador.
No caso do carro ficar ilhado, é bem mais complicado, já que 90% das seguradoras declaram perda total e podem alegar imprudência do motorista e não pagar o seguro.
Fonte: Uol

Corpo de Bombeiros dá dicas de como agir em enchentes
  Manter a calma é essencial, diz tenente.
Trechos alagados não devem ser atravessados.

As enchentes em Belo Horizonte deixaram pessoas ilhadas nas ruas e presas em veículos. Para tentar lidar com a situação, o Corpo de Bombeiros recomenda algumas ações.

A primeira dica que é tentar não entrar em pânico. “A calma é um fator essencial do sucesso de qualquer operação deste tipo”, afirma o tenente Marcos Viana.

“A água, ao contrário do que muita gente pensa, não sobe devagar. Em pouquíssimo tempo, o nível já está elevado. A água sobe e atinge a porta dos carros, e é quando a pessoa fica desesperada”, disse o tenente.

Viana afirmou que é possível abrir a porta do veículo mesmo quando a água já está alta. “[A pessoa] acha que a porta está travada e não é o caso. As vítimas vão tentar arrancar o carro e isso pode causar a morte ou outras conseqüências, inclusive de perder o bem. A pessoa tem que ter em mente que o melhor é não tentar atravessar trechos alagados.”

Em casos extremos, o tenente Viana explicou que o motorista deve manter a aceleração do veículo. “Se for essencial que se atravesse o trecho alagado, o motorista deve colocar o carro em primeira marcha, acelerar e manter a aceleração constante. Deve passar o mais rápido o possível daquele ponto de alagamento.”

Segundo o tenente, num momento de emergência, a vítima deve se esquecer do prejuízo. “Tem que lembrar que o maior bem que temos é a vida. Podemos comprar outro veículo ou moto. A vida, não.

Saiba como agir em caso de enchente
  Todos os anos, diversas cidades do Brasil sofrem com cenas dramáticas das enchentes - carros boiando, casas alagadas, deslizamentos, mortes. Para quem mora em áreas de risco, a previsão é de alerta. De acordo com a Metsul, a Primavera deste ano será mais chuvosa do que a do ano passado. Saiba o que fazer em casos de emergência.


Em casa
No caso de alagamento os móveis devem ser levantados, os aparelhos elétricos ou a chave geral de energia devem ser desligados, alimentos e produtos de limpeza devem ficar fora do alcance da água. Os moradores devem procurar um lugar seguro e alto. É muito importante que o lixo não fique espalhado pela residência, pois ele ajuda a aumentar o volume de água, além de provocar doenças.

A pé
Deve-se evitar transitar ou enfrentar a pé locais alagados e ruas inundadas, pois debaixo da água podem surgir armadilhas como bueiros abertos ou buracos. Além disso, a velocidade dos ventos pode chegar a perigosos 80Km/h, o que pode arrastar um ser humano para a correnteza ou jogá-lo contra objetos que podem provocar ferimentos. Se estiver na rua, recomenda-se andar sempre apoiado a muros, paredes ou com auxílio de uma corda. Na rua, descoberto, há ainda o perigo de se expor aos raios. Evite locais altos, descampados ou encharcados, abrigos isolados (como árvores e quiosques), veículos pequenos (como bicicletas, motocicletas ou animais) e não porte objetos metálicos, pontiagudos ou aparelhos eletrônicos.

No carro
Os motoristas devem reduzir a velocidade do veículo e evitar passar próximo a rios e córregos. Não é aconselhável passar por locais em que não se pode ver a via. Em casos extremos (como se ver em meio a uma rua inundada) mantenha o carro acelerado e não troque de marcha. Se o veículo afogar, saia, procure um abrigo e espere ajuda.

No ônibus
Os usuários de ônibus devem sair do veículo e procurar um lugar seguro para esperar ajuda.

Levado pela enxurrada
Se uma pessoa for levada pela enxurrada, a primeira coisa a fazer é não entrar em pânico. Sem treinamento, jamais entre na água para tentar salvá-la. Procure objetos como galhos e cordas para tentar içar a vítima. Não use objetos de metal, que podem atrair raios.

Deslizamento de terras ou desabamentos
Chuvas muito fortes ou prolongadas podem desestabilizar o terreno e causar desabamentos ou deslizamentos. Tragédias podem ser evitadas se alguns sinais forem observados, como a inclinação de árvores ou postes, trincas ou rachaduras nas casas ou no solo, portas ou janelas que ficam mais difíceis de abrir, afloramento de rochas ou grande quantidade de barro que começa a correr pelo chão, junto com a água da chuva. Nesses caos, deve-se sair imediatamente de casa e procurar um lugar seguro.

Telefones úteis
Defesa Civil - 199
Corpo de Bombeiros - 193
Polícia Militar - 190

   

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 Especial Enchente

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Destacamos este espaço para homenagear os profissionais da àrea de prevenção.
 

 CAT

Formulário de Comunicação de Acidente de Trabalho - CAT

 

 EPI


Saiba como comprar o Equipamento de Proteção Individual-EPI. Consulte o Certificado de Aprovação (CA) no site do Ministério do Trabalho.

 

 Legislação

Legislação de Segurança e Medicina do Trabalho.
 

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Saiba como prevenir.
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